Psiquiatria da Infância e da Adolescência

Identifica-se com alguns destes sintomas?


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A Pedopsiquiatria ou Psiquiatria da Infância e da Adolescência é uma especialidade médica que se debruça sobre as dificuldades emocionais, relacionais e do comportamento na infância e na adolescência.

Tem como principais objetivos a promoção de um normal desenvolvimento psicoafetivo e a prevenção e tratamento de perturbações mentais e relacionais ao nível individual e/ou familiar.
A intervenção em saúde mental na infância e adolescência deve, sempre que possível, privilegiar um trabalho interdisciplinar entre os vários técnicos e os recursos existentes, de forma a dar uma resposta global e compreensiva às necessidades da criança ou adolescente. Para tal, privilegia-se um trabalho em equipa e em articulação com os diferentes contextos da criança ou adolescente.
Entre as diversas problemáticas que são alvo da intervenção da Pedopsiquiatria, destacam-se alguns exemplos:

Dos 0-3 anos (primeira infância)

  • Perturbações de sono e alimentação;
  • Atrasos Globais do Desenvolvimento;
  • Perturbações do Espetro do Autismo;
  • Birras e alterações do comportamento;
  • Problemas relacionais.

Dos 4-5 anos (idade pré-escolar)

  • Problemas de comportamento por instabilidade psicomotora, agressividade, oposição ou inibição;
  • Perturbações da linguagem;
  • Perturbações do sono e alimentação;
  • Medos e Fobias.

Dos 6-12 anos (idade escolar)

  • Dificuldades escolares de adaptação e/ou aprendizagem;
  • Problemas de comportamento: défice de atenção e hiperatividade; agressividade; inibição;
  • Alterações do comportamento alimentar;
  • Vivências depressivas (perdas, luto);
  • Ansiedade.

Dos 13-18 anos (adolescência)

  • Dificuldades escolares (recusa em frequentar a escola e/ou mau rendimento escolar);
  • Problemas de comportamento (auto e hetero-agressividade; isolamento; comportamentos suicidários);
  • Alterações do comportamento alimentar;
  • Estados depressivos e ansiosos;
  • Dificuldades relacionais (familiares, pares, etc.).

O tipo de intervenção deve ser adequado às especificidades de cada criança e adolescente e suas famílias. Pode incluir psicoterapia individual e/ou familiar, grupos terapêuticos, psicomotricidade e terapias de estimulação, intervenção escolar, intervenção psicofarmacológica, entre outras.